Quem viveu o ano de 1959, sabe que muitas coisas importantes aconteceram naquele período:

– A Rodovia Fernão Dias, que liga São Paulo e Belo Horizonte, foi inaugurada.

– Foi o ano em que a Revolução Cubana iniciou.

– Um avião caiu nos Estados Unidos, matando os astros do rock Buddy Holly, Ritchie Valens e J. P. Richardson. O dia 3 de fevereiro ficou conhecido como “O dia que a música morreu”.

– Os filmes “Ben-Hur” e “O diário de Anne Frank” estrearam no cinema.

– Maurício de Souza começou a desenhar os primeiros personagens da Turma da Mônica.

– O marcapasso e a boneca Barbie são inventados.

Para quem está na estrada, protegido pela segurança da cabine de um Volvo, o ano de 1959 é bastante significativo. Foi quando a empresa realizou, pela primeira vez, um crash-test em uma de suas cabines, balançando um pêndulo de uma tonelada contra a estrutura. A Volvo foi a primeira no mundo a realizar este tipo de teste com seus veículos, incentivando as demais companhias a realizarem avaliações de segurança nos brutos.

De lá para cá, o crash-test evoluiu. No entanto, ele ainda é composto por três testes básicos: o primeiro com o teto da cabine recebendo um peso de 15 toneladas; o segundo, golpeando as laterais do bruto com um cilindro em pêndulo; e por fim, o cilindro golpeando a parte traseira do caminhão. O objetivo é simular uma situação onde o bruto sai da estrada, rola e bate em uma árvore. O golpe na parte de trás  é equivalente ao golpe que a carreta daria ao deslizar para frente.

Para passar no teste, os danos sofridos pelo caminhão não podem colocar em perigo o motorista ou a célula de sobrevivência de outros passageiros. A cabine também deve manter a sua estrutura original, sem grandes buracos ou saliências afiadas. As portas têm de permanecer fechadas, mas, ao mesmo tempo, deve ser possível abrí-las sem ferramentas ou outros equipamentos.