Desempregados, muitos caminhoneiros acima dos 50 anos de idade distribuem seus currículos pelas empresas no Brasil afora e são negados, seja pela idade, seja por não terem conhecimento em informática (que agora é utilizada nos caminhões de última geração).

Os estradeiros que conseguem um emprego se queixam em dirigir caminhões muito velhos ou de não durarem por muito tempo no serviço.

A solução para o caso, segundo Suzana Perboni, diretora do Sintrovel (Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Cascavel), no Paraná, é buscar novas ocupações para esses profissionais dentro do mercado. “Quem melhor para cuidar da logística do que alguém que esteve por 20 ou 30 anos na estrada. Conhece na prática detalhes da profissão e podem trazer vantagens para a empresa com melhor aproveitamento do caminhão”, defende.

Porém, para que isso aconteça, é preciso voltar para a sala de aula e terminar os estudos, fazer um curso superior ou técnico e ter vontade de trabalhar com novas áreas dentro do setor.